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Notícias

Patrick Demarchelier e outros fotógrafos de moda são acusados de assédio sexual

Jornal 'Boston Globe' publicou queixas contra pelo menos 25 fotógrafos, agentes, estilistas, diretores de casting e outros profissionais da indústria. O fotógrafo francês em foto de 12 de fevereiro de 2012ao lado de Mia Demarchelier (ao centro) e da tenista Maria Sharapova em evento de moda em Nova York Dimitrios Kambouris/Getty Images/AFP O jornal "Boston Globe" fez uma revelação explosiva nesta sexta-feira (16), ao denunciar mais de duas dezenas de profissionais da indústria da moda, entre eles o lendário fotógrafo francês Patrick Demarchelier, por má conduta sexual. A equipe de jornalismo investigativo do jornal, chamada Spotlight, que em 2002 revelou casos disseminados de abuso sexual por sacerdotes católicos em Boston, revelou que mais de 50 modelos detalharam atos de má conduta sexual dos quais foram vítimas, variando de toques impróprios a agressões. Coletivamente, as vítimas apresentaram queixas contra pelo menos 25 fotógrafos, agentes, estilistas, diretores de casting e outros profissionais da indústria, noticiou o "Globe". Ente os acusados está o badalado Demarchelier, o também fotógrafo Greg Kadel, que trabalhou para Victoria's Secret e Vogue, e o estilista Karl Templer, que trabalhou com as marcas Coach, Zara e Tommy Hilfiger. A investigação do "Globe" sobre o mundo da moda também questiona outros fotógrafos, entre eles Seth Sabal e Andre Passos, também por assédio sexual. Segundo o jornal, os acusados negaram as acusações. No entanto, o império editorial Condé Nast, que inclui a revista "Vogue", informou que parou de trabalhar com Demarchelier e Kadel. Patrick Demarchelier, de 74 anos, foi acusado de assédio sexual por sete mulheres que falaram ao "Boston Globe". O jornal evoca principalmente o caso de uma ex-assistente do fotógrafo veterano. Mantendo sua identidade em sigilo, ela contou ter cedido às insistentes investidas do chefe por medo de comprometer seu futuro profissional se continuasse dizendo não. Ela também contou ter pedido à diretora artística do grupo Condé Nast, a respeitada Anna Wintour, que não deixasse que o fotógrafo trabalhasse com modelos jovens. A AFP pediu um comentário de Demarchelier sobre o caso, mas não obteve resposta. Este não é a primeira vez que acusações de assédio surgem no mundo da moda. Depois do escândalo com o produtor de Hollywood Harvey Weinstein, vários fotógrafos de moda consagrados foram alvo de acusações de mesmo teor, principalmente Bruce Weber, Terry Richardson e Mario Testino. Vários clientes, incluindo o Condé Nast, informaram publicamente que não trabalharão mais com eles.
8 dicas para ensinar seu filho a lidar com dinheiro
Muitos adultos queixam-se que não tiveram educação financeira quando eram crianças, seja oferecida pela escola ou pelo próprio ambiente familiar. Parte destes adultos tem buscado maneiras de aprender a lidar melhor com suas finanças. E quando eles começam a colher as benesses das boas práticas de educação financeira, muitos chegam a dizer: “por que eu não aprendi isso antes? - minha vida estaria muito melhor hoje em dia se eu tivesse começado desde cedo administrar melhor o meu dinheiro”.   Questões assim somente endossam a necessidade de que a educação financeira comece a ser ensinada desde cedo para as crianças, de modo que elas sejam adolescentes e adultos melhores nas suas relações com o dinheiro.   Especialistas afirmam que desde os 3 anos de idade já se pode conversar com as crianças sobre educação financeira com uma linguagem lúdica. Pensando nisso, alguns pontos podem e devem ser abordados pelos pais:   1 - Mostre qual é o seu padrão de vida Isso se aplica para o caso de brinquedos, por exemplo. É um momento de mostrar que não é saudável comprar algo só porque o coleguinha ou o parente também comprou. Uma das maiores causas das infelicidades é fazer comparações com os outros. Com isso, os pais devem, desde cedo, conversar com as crianças sobre o padrão de vida que a família pode levar.    2 - Estimule o desapego É importante despertar desde cedo a arte do desapego de itens como brinquedos, roupas, bem como outros objetos e utensílios que não servem mais para a criança e que podem ser doados, trocados ou até mesmo vendidos. E no caso da venda, a criança pode utilizar o dinheiro recebido para comprar algo que ela utilizará.     3 - Explique a diferença entre necessidade e desejo Outra questão é ensinar a diferenciar necessidades de desejos, além de mostrar a importância de atender primeiro as necessidades e de modo organizado, para que os desejos possam também ser atendidos a medida do possível, mesmo que não seja naquele de imediato. Por exemplo: existe a necessidade de comprar roupas, mas será que precisa ser de determinada marca? Será que a família pode comprar essa determinada marca?  É importante deixar claro para as crianças que o dinheiro vem do trabalho dos pais (ou provedores), de bons investimentos e de boas práticas de educação financeira.   4 - Coíba o desperdício Atualmente, 45 milhões de brasileiros vivem com um salário mínimo. É fundamental combater qualquer tipo de desperdício. Seja de alimentos (somente colocar no prato o que vai comer), de energia elétrica e de água (reduzindo o tempo no banho) etc. Os pais devem conversar com os filhos sobre a importância de cuidar bem dos brinquedos, de zelar pelo material escolar, entre outros.  Essa abordagem também ajuda na sustentabilidade.    5 - Ensine noções de como poupar Uma questão importante é ensinar os filhos a terem paciência nas decisões de consumo, mostrando a importância de não gastarem todo o dinheiro de imediato e pouparem uma parte para o futuro.    6 - Faça passeios fora do shopping Buscar opções de lazer em parques municipais, ambientes ao ar livre e em contatos com a natureza (pois muitos pais têm o hábito exclusivo de que lazer é passear em shoppings centers fazendo compras). As crianças precisam e gostam que os pais brinquem com elas, e não somente as presenteiem para suprir a ausência.   7 - Estimule hábitos saudáveis Ensinar as crianças a ter bons hábitos alimentares desde cedo, bem como a importância da prática de atividades física, vai contribuir para a saúde física, mental e financeira da família. Crianças saudáveis serão adultos com uma propensão maior a ter saúde e gastarão menos com despesas médicas com consultas, exames, medicamentos, etc.   8- Dê mesada  Dar dinheiro às crianças em forma de uma semanada ou uma mesada pode ser um bom começo para ensiná-los a gerir o "pouco" dinheiro que seja. Isso para que eles aprendam a tomar suas primeiras decisões intertemporais (consumirem uma parte agora e guardarem outra parcela para consumir no futuro, por exemplo).   Vale lembrar que essas são as orientações financeiras para praticar em casa. Muitas escolas já oferecem algum tipo de educação financeira em suas grades curriculares e outras abordam o tema de modo interdisciplinar nas aulas de matemática.    Artigo em coautoria com o prof. Fernando A. Agra Santos (Doutor em Economia Aplicada).    
Ponto Frio aposta em 'loja digital', com realidade virtual e vitrine eletrônica, para mudar a cara da rede; veja vídeo

Menor e com menos produtos, nova loja leva tecnologias digitais para o mundo físico e pode mudar estratégia de negócio da Via Varejo, rede dona de Ponto Frio e Casas Bahia com quase mil lojas no Brasil. Cliente experimenta óculos de realidade virtual em 'loja digital' do Ponto Frio. Marcelo Brandt/G1 Dona das marcas Ponto Frio e Casas Bahia, a Via Varejo abriu em São Paulo uma loja diferente de todas as outras de sua rede. Conectada a todo momento na internet, é bem menor que o habitual, com menos produtos, mas abarrotada de tecnologia, como experiência com realidade virtual, exposição virtual de produtos e rastreamento de clientes. O G1 visitou a primeira loja digital do Ponto Frio, localizada no shopping Vila Olímpia, em São Paulo. Para os executivos da companhia, trata-se de um conceito que pode ser replicado em outras unidades e tem o potencial de mudar a cara das cerca de mil lojas da Via Varejo. Vídeo: Loja conectada mescla mundos digital e real A digitalização das lojas físicas é uma tendência global do varejo, na medida em que a competição com empresas que vieram do e-commerce, como a Amazon, chega nas lojas físicas. Segundo eles, aliás, algumas das tecnologias de uma loja da Amazon nos Estados Unidos, que não possui funcionários nem caixas, já estão presentes no ponto de venda do Shopping da Vila Olímpia. “A gente quis construir um espaço onde o melhor dos mundos físico e online andassem juntos”, diz Marcelo Nogueira, diretor de modelo de vendas da Via Varejo. Mundo físico + Mundo virtual A loja é enxuta em dois aspectos. O espaço disponível é de apenas 170 metros quadrados, 15% do tamanho médio de outras lojas, que têm 1,1 mil metros quadrados. O estoque tem 150 produtos, quando o restante da rede possui mais de mil aparelhos em suas prateleiras. “A gente traz a tecnologia para complementar a exposição”, diz Nogueira. “Não é o produto real, mas não é só ver uma foto na internet.” Logo na entrada da loja, uma tela enorme exibe em tamanho real eletrodomésticos grandes, como geladeiras e máquinas de lavar. “Tem só dois refrigeradores expostos na loja, mas mais de 30 na tela virtual em tamanho real.” Prateleira digital mostra produtos que não estão na 'loja digital' do Ponto Frio. Marcelo Brandt/G1 Dentro do lugar, um painel vertical de LED, chamado de “prateleira infinita”, divide espaço com prateleiras físicas, repletas de ferros de passar e liquidificadores. A instalação mostra itens de linha existentes no catálogo da empresa, mas ausentes na loja. Assim como o telão da entrada, é sensível ao toque para permitir que o consumidor vire o produto e consiga ver mais detalhes. A loja também vende móveis, mas quem quiser comprá-los não encontrará um só armário por lá. Os interessados deverão vestir óculos de realidade virtual para mergulhar em um mundo digital. É por meio dos óculos que o cliente verá as estantes, armários, mesas e sofás à venda. Eles já estarão posicionados em uma sala de estar digital, mas é possível mudar cor, estilo e os modelos vistos. Por toda a loja, totens estão distribuídos para que produtos e preços sejam pesquisados diretamente no site do Ponto Frio. Análise de expressões faciais Posicionadas estrategicamente pela loja, câmeras captam imagens dos clientes. Elas são usadas para registrar quantas pessoas passam em frente à loja, quantas entram, por onde passam, os produtos mais interessaram e até se os clientes ficaram felizes ou decepcionados com o que viram exposto (um software detecta isso ao analisar as expressões faciais deles). Outra integração permitirá que o cliente continue na loja uma compra iniciada no site. “Se você se ‘logou’ no nosso site, procurou por produtos e abandonou o carrinho, chegou na loja, eu consigo te identificar e recuperar aquele carrinho. O vendedor não precisa começar a conversa do zero. O sistema vai trazer inclusive sugestões de produtos, dado o perfil e o seu histórico de pesquisa”, diz Nogueira. O cliente poderá ser identificado caso tenha o aplicativo instalado. Isso pode ser feito ao acessar a rede Wi-Fi da loja, por reconhecimento facial ou caso forneça ao vendedor algum dado pessoal, como CPF e e-mail. A Via Varejo analisa as informações do rastreamento dos clientes e das vendas da loja para decidir o que deve ser exposto e em que horário. “Da mesma forma que o site faz o rastreamento suas pesquisas dos clientes, essa loja aqui, com essas tecnologias combinadas, permite que façamos o mesmo”, diz o diretor da Via Varejo. 'Loja digital' do Ponto Frio, em São Paulo. Marcelo Brandt/G1 Mudando a cara das lojas A abertura da loja digital do Ponto Frio é o carro-chefe da estratégia da Via Varejo de modernização das suas lojas. “Há possibilidade para escalar tudo que a gente está fazendo nessa loja”, diz Nogueira. Se o modelo for replicado, ficam menores tanto o espaço destinado à exposição de produtos quanto o estoque. Segundo o diretor, esse espaço sobressalente pode: receber novas categorias de produto (a rede está testando vender pneus), ser usado para incluir lojas de parceiros (linha mole, perfume, cosmético), ser devolvido para reduzir custo de ocupação, ser usado para clientes experimentarem os produtos e serviços vendidos. A loja do Ponto Frio é uma loja-conceito, com uma diversidade de novas tecnologias em teste. Algumas tecnologias dela já serão adotadas em outras lojas, como o totem interativo, diz Marcos Teixeira, diretor de tecnologia da informação da Via Varejo. “Eles vão olhar uma solução, como a prateleira infinita, que tem sinergia com um cluster de lojas, e vão replicar. Não necessariamente o que a gente rodar aqui é para todas as outras lojas. Vai depender da localização, do público etc.” Para preparar o restante da rede, a Via Varejo ampliou a capacidade de conexão das lojas, para conseguirem manter conectados tanto os aparelhos da loja quanto os smartphones dos clientes. Um quarto dos pontos de venda já foram reformadas. O mesmo deve ocorrer com as outras até o meio do ano. Para dar esse banho de internet nas lojas, Teixeira conta que a Via Varejo dobrou o tamanho da área de tecnologia, que agora conta com 1,3 mil profissionais. Nas novas lojas, a visão é de que tamanho não é mais o diferencial. “As lojas novas já nascem com este conceito de que é preciso de 25% a 30% menos de espaço”, diz Nogueira. Via Varejo x Amazon Totem interativo na 'loja digital' do Ponto Frio mostra catálogo de produtos exibidos no site da rede. Marcelo Brandt/G1 A Via Varejo inaugurou sua aposta para conciliar os mundos físico e virtual dias antes de a Amazon abrir nos EUA uma loja sem atendentes nem caixa, que usa tecnologia tanto para registrar quando um produto sai da prateleira quanto para cobrar um cliente por ele. Os executivos garantem que a loja do Ponto Frio está em pé de igualdade com a da rival. “A tecnologia que a Amazon implementou é baseada em imagem. Aqui, a gente já está usando tratamento com imagem para finalidades diferentes das da Amazon. Eu consigo saber onde você está trafegando, se é homem ou mulher, seu estado de espírito. Já é um reconhecimento. Nós não estamos usando as imagens para ver se você retirou um produto da prateleira ou saber se é um celular. Mas é algo que amanhã, dependendo da categoria e do sortimento, talvez faça sentido”, diz Teixeira. A empresa brasileira mantém a concorrente norte-americana no radar, principalmente após ela ter lançado no Brasil sua iniciativa inicial no varejo online além dos livros e de seu leitor eletrônico. No ano passado, a Amazon abriu seu marketplace (venda de terceiros) de eletrônicos e produtos para casa e cozinha. “A Amazon está aí na agenda, mas isso aqui [loja digital] a gente está fazendo porque faz sentido para o cliente”, diz Nogueira. “O nosso direcionamento não pode ser Amazon, Walmart ou Magazine Luiza”, desconversa o executivo para, em seguida, apontar as diferenças em relação à norte-americana, que só opera na internet. “Eu não tenho dúvida de que ter uma loja física, faz uma diferença brutal, devido à comodidade. Ninguém quer ficar esperando em casa. Se você quer um telefone, você vem aqui e pega um. Só que as lojas da Via Varejo têm enfrentando uma queda no fluxo de clientes. A empresa não diz quanto. Mas 30% das visitas aos estabelecimentos são de pessoas que apenas vão retirar os produtos comprados na internet. Essa nova realidade já faz a companhia testar a retirada de aparelhos fora de sua rede, como em agências dos Correios e até mesmo em lockers. “Tem menos fluxo? Tem, mas é um fluxo mais qualificado. Os clientes vêm para uma experiência mais personalizada. Não adianta eu ficar aqui te dando um conteúdo irrelevante. Se eu aprender a fazer isso, você vai continuar comprando comigo”, diz Nogueira.

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